Em parceria com Povos da Floresta, O projeto sobrevoará a Amazônia com a tecnologia Lidar para mapear sítios arqueológicos encobertos pela vegetação.

Como a arqueologia fortalece a luta por justiça climática?

Amazônia Revelada + Labya Yala | FAU-USP na COP-30

I ENCONTRO AMAZÔNIA REVELADA EM MANAUS

saiba mais sobre como foi nosso primeiro encontro

política patrimonial e política indigenista:

a proteção jurídica dos lugares sagrados e sepultamentos indígenas

o projeto

• sobrevoos que utilizam a tecnologia LiDAR;
• levantamentos realizados por pesquisadores locais, pertencentes aos povos indígenas e tradicionais que vivem nesses territórios.

Na Amazônia, importantes transformações das paisagens e processos de urbanização foram realizados com a movimentação de grandes quantidades de solo, como exemplificam os geoglifos encontrados no Acre. Nós queremos utilizar o LiDAR em áreas que, diferente do leste acreano, ainda não foram desmatadas.

Os pesquisadores locais têm registrado sítios arqueológicos e lugares significativos para as suas comunidades.

Assim o projeto busca apresentar a diversidade temporal e material que compõe o vasto registro arqueológico amazônico, que vem sendo gerado há 15 mil anos e que segue sendo construído pelos Povos da Floresta, sejam eles povos indígenas ou tradicionais. Pretendemos assim dar ênfase às conexões entre essas comunidades, seus territórios e o patrimônio cultural contido nos territórios.

A Constituição brasileira e a Lei 3924/1961 (conhecida como Lei de Arqueologia) e legislações internacionais protegem as áreas com sítios arqueológicos e seus entornos enquanto patrimônio cultural. Esse reconhecimento torna-se cada vez mais importante diante de retrocessos legislativos como a Lei do Marco Temporal e a Lei Geral do Licenciamento Ambiental.

Na mídia

Arquivo de matérias

pesquisadores

Eduardo Neves (coordenador)

Arqueólogo que trabalha há mais de 30 anos na Amazônia, professor e diretor do Museu de Arqueologia da Universidade de São Paulo.

Cristiana Barreto

Arqueóloga, colabora com o Museu Goeldi e Universidade de São Paulo.

Bruna Rocha

Arqueóloga e professora da UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará) em Santarém.

Carlos Augusto da Silva

Arqueólogo indígena da Universidade Federal do Amazonas em Manaus.

Filippo Stampanoni

Arqueólogo, diretor de pesquisa do MUSA, Museu da Amazônia em Manaus.